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As estaladeiras (Hamadryas sp.) produzem estalos quando voam. O som é produzido somente pelos machos, mas pode ser captado por ambos os sexos. Os cientistas acreditam que o barulho serve para demarcar o território ou para iniciar o ritual do acasalamento – Foto: Fábio Paschoal

As estaladeiras (Hamadryas sp.) produzem estalos quando voam. O som é produzido somente pelos machos, mas pode ser captado por ambos os sexos. Os cientistas acreditam que o barulho serve para demarcar o território ou para iniciar o ritual do acasalamento – Foto: Fábio Paschoal

Machos precisam de sais minerais para produção de esperma. Essa borboleta do gênero Rhetus está procurando por eles em um saleiro na Amazônia – Foto: Fábio Paschoal

Machos precisam de sais minerais para produção de esperma. Essa borboleta do gênero Rhetus está procurando por eles em um saleiro na Amazônia – Foto: Fábio Paschoal

Algumas mariposas revelam asas coloridas quando se sentem ameaçadas. a intenção é assustar um possível predador - Foto: Fábio Paschoal

Algumas mariposas revelam asas coloridas quando se sentem ameaçadas. a intenção é assustar um possível predador - Foto: Fábio Paschoal

A camuflagem pode ser uma estratégia para se esconder de predadores. Essa mariposa se parece com o acúleo de uma rosa - Foto: Fábio Paschoal

A camuflagem pode ser uma estratégia para se esconder de predadores. Essa mariposa se parece com o acúleo de uma rosa - Foto: Fábio Paschoal

As borboletas do gênero Pyrrhopyge podem seguir grupos de pássaros para se alimentarem das fezes das aves – Foto: Fábio Paschoal

As borboletas do gênero Pyrrhopyge podem seguir grupos de pássaros para se alimentarem das fezes das aves – Foto: Fábio Paschoal

Machos de borboletas da subfamília Coliadinae procuram por sais minerais na beira dos rios da Floresta Amazônica - Foto: Fábio Paschoal

Machos de borboletas da subfamília Coliadinae procuram por sais minerais na beira dos rios da Floresta Amazônica - Foto: Fábio Paschoal

Essa borboleta do gênero  Napeocles fica extremamente bem camuflada no chão de folhas secas da Floresta Amazônica – Foto: Fábio Paschoal

Essa borboleta do gênero Napeocles fica extremamente bem camuflada no chão de folhas secas da Floresta Amazônica – Foto: Fábio Paschoal

Círculos nas asas das borboletas-coruja (Caligo sp.) se parecem com os olhos de uma coruja e assustam potenciais predadores - Foto: Fábio Paschoal

Círculos nas asas das borboletas-coruja (Caligo sp.) se parecem com os olhos de uma coruja e assustam potenciais predadores - Foto: Fábio Paschoal

Algumas mariposas podem ser parecidas com borboletas. Essa, do gênero Urania é diurna e possui cores vibrantes - Foto: Fábio Paschoal

Algumas mariposas podem ser parecidas com borboletas. Essa, do gênero Urania é diurna e possui cores vibrantes - Foto: Fábio Paschoal

Em repouso as borboletas do gênero morpho ficam com as asas fechadas. O padrão discreto as deixam camufladas quando estão pousadas em meio às folhas secas do chão da floresta (direita). Quando elas abrem as asas (esquerda), expõem escamas iridescentes que confudem os predadores - Fotos: Fábio Paschoal

Em repouso as borboletas do gênero morpho ficam com as asas fechadas. O padrão discreto as deixam camufladas quando estão pousadas em meio às folhas secas do chão da floresta (direita). Quando elas abrem as asas (esquerda), expõem escamas iridescentes que confudem os predadores - Fotos: Fábio Paschoal

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