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"Algumas exposições de Num June conversavam sobre as relações humanas e como estas se desembrulhavam entre as novidades do mundo contemporâneo. Como a tecnologia afetava o todo e suas ralações midiáticas."

"Algumas exposições de Num June conversavam sobre as relações humanas e como estas se desembrulhavam entre as novidades do mundo contemporâneo. Como a tecnologia afetava o todo e suas ralações midiáticas."

"Suas composições quebram o paradigma erudito do amor e trazem de forma clara, tocante e escancarada a beleza , as angústias , as dores e as alegrias de uma relação real. Em suas músicas não vemos casos de paixões idealizadas à la Nicholas Sparks , mas enxergamos tanta verdade nos versos que, em algum momento, parece que ele canta a nossa vida."

leoni e o talento para falar de amor

"Suas composições quebram o paradigma erudito do amor e trazem de forma clara, tocante e escancarada a beleza , as angústias , as dores e as alegrias de uma relação real. Em suas músicas não vemos casos de paixões idealizadas à la Nicholas Sparks , mas enxergamos tanta verdade nos versos que, em algum momento, parece que ele canta a nossa vida."

"O que impressiona não é apenas o estilo meticuloso, refletindo estrategicamente os recursos visuais da obra de arte original, mas Julianne fez um excelente trabalho de canalização de tais sujeitos."

julianne moore como obras de arte famosas

"O que impressiona não é apenas o estilo meticuloso, refletindo estrategicamente os recursos visuais da obra de arte original, mas Julianne fez um excelente trabalho de canalização de tais sujeitos."

"Se acrescentarmos gente que viaja no tempo e conversa ou se encontra consigo mesmo em outra época, teremos de Marty McFly a Jorge Luís Borges, que foi bater um papo com seu eu velho num de seus contos."

um duplo bem sentido – solidão, morte, selfies e uma marmota

"Se acrescentarmos gente que viaja no tempo e conversa ou se encontra consigo mesmo em outra época, teremos de Marty McFly a Jorge Luís Borges, que foi bater um papo com seu eu velho num de seus contos."

O século XX veio consolidar a fotografia não apenas como uma das artes mais fundamentais do imaginário humano, capaz de eternizar e congelar o que chamamos de tempo e o que os poetas chamam de paisagens interiores.  http://lounge.obviousmag.org/zoom_nas_visceras/2015/04/a-fotografia-etnografica-de-pierre-verger.html

a fotografia etnográfica de pierre fatumbi verger

O século XX veio consolidar a fotografia não apenas como uma das artes mais fundamentais do imaginário humano, capaz de eternizar e congelar o que chamamos de tempo e o que os poetas chamam de paisagens interiores. http://lounge.obviousmag.org/zoom_nas_visceras/2015/04/a-fotografia-etnografica-de-pierre-verger.html

É fácil. É fácil? Não, é difícil. Dá para notar. É difícil. Se fosse fácil nem começaria assim. Se fosse fácil nem seria dor. E é. É lírico. É sua dor. Que quer universal. Que vê universal. Que é nossa. Parece fácil. Ela diz que é fácil. Talvez seja ...

“fome”, de raquel barros, aka leopolda bruna

É fácil. É fácil? Não, é difícil. Dá para notar. É difícil. Se fosse fácil nem começaria assim. Se fosse fácil nem seria dor. E é. É lírico. É sua dor. Que quer universal. Que vê universal. Que é nossa. Parece fácil. Ela diz que é fácil. Talvez seja ...

"Ghetti aprendeu a esculpir lápis à mão quando tinha seis anos. Filho de uma costureira, cedo aprendeu a coser e usava as agulhas para esculpir, além de fazer os seus próprios brinquedos, como carrinhos, caixas ou bonecas. Pouco a pouco, a sua técnica foi-se aperfeiçoando, tornando-se numa arte de atenção ao pormenor."

dalton ghetti: esculturas nas pontas dos lápis

"Ghetti aprendeu a esculpir lápis à mão quando tinha seis anos. Filho de uma costureira, cedo aprendeu a coser e usava as agulhas para esculpir, além de fazer os seus próprios brinquedos, como carrinhos, caixas ou bonecas. Pouco a pouco, a sua técnica foi-se aperfeiçoando, tornando-se numa arte de atenção ao pormenor."

Morremos de silêncios e escapismos. Não botamos para fora o que não nos agrada por medo de julgamentos. Morremos de inveja, de ódios e opilações de fígado. E juramos que esses sentimentos, totalmente anti-civilizados e sem elegância, se manifestam e pertencem apenas aos outros.

fomos todos mafalda

Morremos de silêncios e escapismos. Não botamos para fora o que não nos agrada por medo de julgamentos. Morremos de inveja, de ódios e opilações de fígado. E juramos que esses sentimentos, totalmente anti-civilizados e sem elegância, se manifestam e pertencem apenas aos outros.

"Acredito que o que torna sublime para o ator a experiência de interpretar seja justamente a possibilidade de, naquele pequeno espaço de tempo, deixar de existir, apenas NÃO-SER."

teatro - a felicidade do não-ser

"Acredito que o que torna sublime para o ator a experiência de interpretar seja justamente a possibilidade de, naquele pequeno espaço de tempo, deixar de existir, apenas NÃO-SER."

Quando um ano novo começa, vem o momento de analisar e balancear acontecimentos passados e esperar que daqui em diante seja tudo diferente, e pode até ser que seja, contanto que não tenhamos medo de continuar sentindo.

fomos todos mafalda

Quando um ano novo começa, vem o momento de analisar e balancear acontecimentos passados e esperar que daqui em diante seja tudo diferente, e pode até ser que seja, contanto que não tenhamos medo de continuar sentindo.

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