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D. Afonso II  (1185-1223) -  "O Gordo", "O Gafo" ou "O Crasso" – Gafo significa “leproso” - 3º Rei de Portugal. D. Afonso II era filho de D. Sancho I e de D. Dulce de Aragão. Casou com D. Urraca em 1206, filha de D. Afonso VIII de Castela. Está sepultado em Alcobaça. Começou a governar em 1211 até 1223. D. Afonso II foi um homem doente. Tinha 14  anos quando sofreu uma crise tão grave que  considerou-se milagre o facto de não morrer, milagre este atribuído a Santa Senhorinha de Basto.

D. Afonso II (1185-1223) - "O Gordo", "O Gafo" ou "O Crasso" – Gafo significa “leproso” - 3º Rei de Portugal. D. Afonso II era filho de D. Sancho I e de D. Dulce de Aragão. Casou com D. Urraca em 1206, filha de D. Afonso VIII de Castela. Está sepultado em Alcobaça. Começou a governar em 1211 até 1223. D. Afonso II foi um homem doente. Tinha 14 anos quando sofreu uma crise tão grave que considerou-se milagre o facto de não morrer, milagre este atribuído a Santa Senhorinha de Basto.

BRASÃO DE D. AFONSO HENRIQUES - Na europa da idade média, no calor das batalhas, viver ou morrer dependia de saber distinguir o amigo do inimigo. Essa era uma tarefa difícil, com os cavaleiros cobertos por armaduras. Assim, cada combatente costumava decorar seu escudo e sua túnica com um distintivo único, que o diferenciava dos demais. Surge então a heráldica, nome proveniente do inglês "heralds", que eram os homens encarregados pelos reis para desenhar os brasões.

BRASÃO DE D. AFONSO HENRIQUES - Na europa da idade média, no calor das batalhas, viver ou morrer dependia de saber distinguir o amigo do inimigo. Essa era uma tarefa difícil, com os cavaleiros cobertos por armaduras. Assim, cada combatente costumava decorar seu escudo e sua túnica com um distintivo único, que o diferenciava dos demais. Surge então a heráldica, nome proveniente do inglês "heralds", que eram os homens encarregados pelos reis para desenhar os brasões.

Há documentos mais antigos escritos em português, mas sem o valor oficial que tem o testamento do rei que começa assim: “Em nome de Deus. Eu, rei D. Afonso, pela graça de Deus rei de Portugal, estando são e salvo, temendo o dia da minha morte, para a salvação da minha alma e para proveito de minha mulher, a rainha D. Urraca e de meus filhos e de meus vassalos (…)” (cont.1)

Há documentos mais antigos escritos em português, mas sem o valor oficial que tem o testamento do rei que começa assim: “Em nome de Deus. Eu, rei D. Afonso, pela graça de Deus rei de Portugal, estando são e salvo, temendo o dia da minha morte, para a salvação da minha alma e para proveito de minha mulher, a rainha D. Urraca e de meus filhos e de meus vassalos (…)” (cont.1)

27 de junho de 1214 é a data registada no testamento de D. Afonso II, o 3º Rei de Portugal. Por se tratar DO MAIS ANTIGO DOCUMENTO RÉGIO ESCRITO EM PORTUGUÊS, um conjunto de pessoas e de entidades resolveram assinalar o dia como sendo o do aniversário da Língua Portuguesa - o dia em que o português faz 800 anos. - histgeo6.blogspot.pt

27 de junho de 1214 é a data registada no testamento de D. Afonso II, o 3º Rei de Portugal. Por se tratar DO MAIS ANTIGO DOCUMENTO RÉGIO ESCRITO EM PORTUGUÊS, um conjunto de pessoas e de entidades resolveram assinalar o dia como sendo o do aniversário da Língua Portuguesa - o dia em que o português faz 800 anos. - histgeo6.blogspot.pt

Mafalda de Saboia, (1125-1157)  condessa de Saboia, Piemonte e Maurienne, também conhecida em português como Matilde,(devido à sua ascendência) foi a primeira rainha de Portugal, desde 1146 até à sua morte. Está sepultada no Mosteiro de Santa Cruz, junto do marido. - Wikipédia

Mafalda de Saboia, (1125-1157) condessa de Saboia, Piemonte e Maurienne, também conhecida em português como Matilde,(devido à sua ascendência) foi a primeira rainha de Portugal, desde 1146 até à sua morte. Está sepultada no Mosteiro de Santa Cruz, junto do marido. - Wikipédia

Brasão de Armas de D. Sancho I a D. Sancho II Raro a representação com a coroa, mas se assim fôsse seria uma coroa aberta (ou ducal) de cinco florões visíveis e três invisíveis, em arco). heraldica-real-portuguesa.blogspot.pt

Brasão de Armas de D. Sancho I a D. Sancho II Raro a representação com a coroa, mas se assim fôsse seria uma coroa aberta (ou ducal) de cinco florões visíveis e três invisíveis, em arco). heraldica-real-portuguesa.blogspot.pt

REINO DE PORTUGAL ATÉ D. AFONSO HENRIQUES.

REINO DE PORTUGAL ATÉ D. AFONSO HENRIQUES.

D. SANCHO I (1154-1211) - O POVOADOR - filho de D. Afonso Henriques e de D. Mafalda de Saboia. Casou com D. DULCE de Aragão (1185-1211) em 1174. Após o incidente de Badajoz, a carreira militar de D. Afonso Henriques praticamente terminou. A partir daí, dedicou-se à administração dos territórios com a co-regência do seu filho D. Sancho. Este, procurou aliados dentro da Península Ibérica, em particular o reino de Aragão, um inimigo de Castela; foi o 1º país a reconhecer Portugal.

D. SANCHO I (1154-1211) - O POVOADOR - filho de D. Afonso Henriques e de D. Mafalda de Saboia. Casou com D. DULCE de Aragão (1185-1211) em 1174. Após o incidente de Badajoz, a carreira militar de D. Afonso Henriques praticamente terminou. A partir daí, dedicou-se à administração dos territórios com a co-regência do seu filho D. Sancho. Este, procurou aliados dentro da Península Ibérica, em particular o reino de Aragão, um inimigo de Castela; foi o 1º país a reconhecer Portugal.

Conde D. Henrique (1057data provável-1112/4?) foi conde de Portucale desde 1093 até à sua morte. Casa Real de Borgonha – Dinastia Capetiana. Sendo o 4º filho, D. Henrique tinha poucas possibilidades de alcançar fortuna e títulos por herança, tendo por isso aderido à Reconquista da península Ibérica. Ajudou o rei Afonso VI de Leão a conquistar o Reino da Galiza (cont.1)

Conde D. Henrique (1057data provável-1112/4?) foi conde de Portucale desde 1093 até à sua morte. Casa Real de Borgonha – Dinastia Capetiana. Sendo o 4º filho, D. Henrique tinha poucas possibilidades de alcançar fortuna e títulos por herança, tendo por isso aderido à Reconquista da península Ibérica. Ajudou o rei Afonso VI de Leão a conquistar o Reino da Galiza (cont.1)

Rainha de Portugal, filha de D. Afonso VII de Castela, casou em 1208/9 com o  futuro rei de Portugal, D. Afonso II.  O enlace não decorreu de modo pacífico, já que o bispo do Porto, D. Martinho Rodrigues, considerando que os noivos eram primos direitos, recusou-se a participar nas cerimónias e a recebê-los na cidade do Porto, provocando deste modo uma acesa cadeia de lutas entre o clero e o rei. Filhos: Urraca de Castela (1186-1220): Sancho II de Portugal (1209-1248) - (cont.1)

Rainha de Portugal, filha de D. Afonso VII de Castela, casou em 1208/9 com o futuro rei de Portugal, D. Afonso II. O enlace não decorreu de modo pacífico, já que o bispo do Porto, D. Martinho Rodrigues, considerando que os noivos eram primos direitos, recusou-se a participar nas cerimónias e a recebê-los na cidade do Porto, provocando deste modo uma acesa cadeia de lutas entre o clero e o rei. Filhos: Urraca de Castela (1186-1220): Sancho II de Portugal (1209-1248) - (cont.1)

Selo de D. Sancho I - cópia desenhada do sé. XIV . Torre do Tombo - Lisboa - Livro de Doações de D. Afonso III fol. 13 Vº

Selo de D. Sancho I - cópia desenhada do sé. XIV . Torre do Tombo - Lisboa - Livro de Doações de D. Afonso III fol. 13 Vº

O CONDADO PORTUCALENSE que D. AFONSO HENRIQUES RECEBEU DE DOTE DE CASAMENTO

O CONDADO PORTUCALENSE que D. AFONSO HENRIQUES RECEBEU DE DOTE DE CASAMENTO

Procurou também conquistar terreno a sul, povoado então por mouros: Leiria em 1135 (1145, conquista final); Santarém em 1146 (1147, conquista final); Lisboa (onde utilizou o cerco como táctica de conquista, graças à ajuda dos cruzados), Almada e Palmela em 1147, Alcácer em 1160 e depois quase todo o Alentejo, que posteriormente seria recuperado pelos mouros, pouco antes de D. Afonso falecer (em 1185). - historiativanet.wordpress.com/formacao-do-estado-portugues

The defeat of the arabes in Portugal

Egas Moniz de Riba Douro, dito «o AIO» (1080 - 1146) foi um rico-homem portucalense, da linhagem dos Riba Douro, uma das cinco grandes famílias do Entre-Douro-e-Minho condal do século XII, a quem Henrique de Borgonha, conde de Portucale confiou a educação do filho, Afonso Henriques, tarefa essa que lhe deu o cognome pelo qual é conhecido. Este fidalgo, que fazia parte da primeira nobreza portuguesa, exerceu enorme influência durante o governo do conde D. Henrique, surgindo como uma das…

Egas Moniz de Ribadouro Rota do Românico

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