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António Ramos Rosa - Para um Amigo tenho sempre

António Ramos Rosa - Para um Amigo tenho sempre

Ruy Belo, António Ramos Rosa, Bocage, Jorge de Sena, Raul de Carvalho, Florbela Espanca, Mário Cesariny, Alexandre O´Neil, Eugénio de Andrade. Estes são poetas de quem Mário Viegas gosta muito e, por isso, entram todos neste programa. Com poemas recitados.

Ruy Belo, António Ramos Rosa, Bocage, Jorge de Sena, Raul de Carvalho, Florbela Espanca, Mário Cesariny, Alexandre O´Neil, Eugénio de Andrade. Estes são poetas de quem Mário Viegas gosta muito e, por isso, entram todos neste programa. Com poemas recitados.

António Ramos Rosa Faro, 17 de Outubro de 1924 Lisboa, 23 de Setembro de 2013     Um caminho marcado pela intensa meditação sobre a necessidade da poesia na vida do Homem, animal sempre condenado às mais ínvias e subtis formas de escravização. A poesia tem, em Ramos Rosa, essa capacidade libertado

António Ramos Rosa Faro, 17 de Outubro de 1924 Lisboa, 23 de Setembro de 2013 Um caminho marcado pela intensa meditação sobre a necessidade da poesia na vida do Homem, animal sempre condenado às mais ínvias e subtis formas de escravização. A poesia tem, em Ramos Rosa, essa capacidade libertado

*ANTÓNIO RAMOS ROSA* Poema: o único sabor - YouTube

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'Temática – Homenagem a António Ramos Rosa - 19', de Vitor Nunes

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"O Sentido" de António Ramos Rosa, por Inês Castelo Branco

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António Ramos Rosa  (1924 –  2013), foi um poeta, tradutor e desenhador português. Em 1958 publica no jornal «A Voz de Loulé» o poema "Os dias, sem matéria". No mesmo ano sai o seu primeiro livro «O Grito Claro», n.º 1 da colecção de poesia «A Palavra», editada em Faro e dirigida pelo seu amigo e também poeta Casimiro de Brito. Ainda nesse ano inicia a publicação da revista «Cadernos do Meio-Dia», que em 1960 encerra a edição por ordem da polícia política.

António Ramos Rosa (1924 – 2013), foi um poeta, tradutor e desenhador português. Em 1958 publica no jornal «A Voz de Loulé» o poema "Os dias, sem matéria". No mesmo ano sai o seu primeiro livro «O Grito Claro», n.º 1 da colecção de poesia «A Palavra», editada em Faro e dirigida pelo seu amigo e também poeta Casimiro de Brito. Ainda nesse ano inicia a publicação da revista «Cadernos do Meio-Dia», que em 1960 encerra a edição por ordem da polícia política.

Templo Cultural Delfos: António Ramos Rosa - a arte poética singular

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Ai mê rico Algarve!: António Ramos Rosa: a poesia em diálogo com o univ...

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Neste episódio do programa "Voz" escutamos o poema de António Ramos Rosa dito pelo ator Adriano Luz. Um encontro com a poesia para ver, ouvir e ler aqui. - See more at: http://ensina.rtp.pt/artigo/o-funcionario-cansado-de-antonio-ramos-rosa/#sthash.2GUAYBRG.dpuf

Neste episódio do programa "Voz" escutamos o poema de António Ramos Rosa dito pelo ator Adriano Luz. Um encontro com a poesia para ver, ouvir e ler aqui. - See more at: http://ensina.rtp.pt/artigo/o-funcionario-cansado-de-antonio-ramos-rosa/#sthash.2GUAYBRG.dpuf

António Ramos Rosa - Quem Bate a uma Porta de Folhas na Noite - Mário Viegas

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António Ramos Rosa's Essays on Behance

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António Ramos Rosa: cada Árvore é um ser para nós

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Book Design. Hugo Moreira. 4 books: António Ramos Rosa's Essays

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