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António Ferro e os artistas - Observador

António Ferro e os artistas - Observador

Revista surgida em abril de 1916, entre Orpheu (1915) e Portugal Futurista (1917), fundada por Augusto Santa-Rita, Pedro Meneses (pseudónimo de Alfredo Guisado), António Ferro e Cortes-Rodrigues, e que compreende as rubricas de Literatura, Música e "Sciencia, Philologia e Critica". No âmbito da história do primeiro modernismo, esta revista corresponde a um momento de retração e de tentativa de criação de um espaço eclético que acolheria tendências literárias e ideológicas diversas.

Revista surgida em abril de 1916, entre Orpheu (1915) e Portugal Futurista (1917), fundada por Augusto Santa-Rita, Pedro Meneses (pseudónimo de Alfredo Guisado), António Ferro e Cortes-Rodrigues, e que compreende as rubricas de Literatura, Música e "Sciencia, Philologia e Critica". No âmbito da história do primeiro modernismo, esta revista corresponde a um momento de retração e de tentativa de criação de um espaço eclético que acolheria tendências literárias e ideológicas diversas.

A história dos caminhos de ferro em Portugal reveste-se de uma elevada…

A história dos caminhos de ferro em Portugal reveste-se de uma elevada…

Tram in Alfama

Tram in Alfama

A escolha de Ferro Rodrigues -  O que Ferro Rodrigues nos quis dizer é isto: ou mantemos a austeridade, ou não há Estado social. Trata-se de uma ideia nova no debate político em Portugal. Para ele, o Estado social é a austeridade.

A escolha de Ferro Rodrigues - O que Ferro Rodrigues nos quis dizer é isto: ou mantemos a austeridade, ou não há Estado social. Trata-se de uma ideia nova no debate político em Portugal. Para ele, o Estado social é a austeridade.

SERMÃO DE SANTO ANTÓNIO AOS PEIXES (séc. XVII) – Painel de azulejos da Igreja de S. Simão, Vila Fresca de Azeitão.

SERMÃO DE SANTO ANTÓNIO AOS PEIXES (séc. XVII) – Painel de azulejos da Igreja de S. Simão, Vila Fresca de Azeitão.

Pelos anos trinta do século passado, os ilustradores portugueses aplicavam elegâncias decorativas à matriz rural do país, uma regressão associada aos valores do Estado Novo e enquadrada pela Política do Espírito do SPN (Secretariado de Propaganda Nacional, criado em 1933) e do seu mentor, António Ferro.

Pelos anos trinta do século passado, os ilustradores portugueses aplicavam elegâncias decorativas à matriz rural do país, uma regressão associada aos valores do Estado Novo e enquadrada pela Política do Espírito do SPN (Secretariado de Propaganda Nacional, criado em 1933) e do seu mentor, António Ferro.

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