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Raindrops are falling on my head And just like the guy whose feet Are too big for his bed Nothing seems to fit Those raindrops Are falling on my head They keep falling. So I just did me some Talking to the sun And I said I didn't like the way He got things done Sleeping on the job Those raindrops Are falling on my head They keep falling. But there's one thing I know The blues they send to meet me Won't defeat me, it won't be long Till happiness Steps up to greet me. Raindrops keep falling…

Pontos de Vistas: Raindrops are falling on my head

Um dia, o burro de um camponês caiu num poço. Não chegou a ficar ferido, mas não podia sair dali por sua própria conta. Depois de muito pensar, o camponês tomou uma decisão cruel: concluiu que, já que o burro estava muito velho e que o poço estava mesmo seco, precisaria de ser tapado. Então chamou os seus vizinhos para ajudá-lo a tapar o poço e dessa forma enterrar o burro vivo. Cada um deles pegou numa pá e começaram a deitar terra dentro do poço. O burro não tardou a dar conta do que…

Um dia, o burro de um camponês caiu num poço. Não chegou a ficar ferido, mas não podia sair dali por sua própria conta. Depois de muito pensar, o camponês tomou uma decisão cruel: concluiu que, já que o burro estava muito velho e que o poço estava mesmo seco, precisaria de ser tapado. Então chamou os seus vizinhos para ajudá-lo a tapar o poço e dessa forma enterrar o burro vivo. Cada um deles pegou numa pá e começaram a deitar terra dentro do poço. O burro não tardou a dar conta do que…

Silhuetas nocturnas, que vagueiam, Trilhando caminhos enlameados Na escuridão da noite, num silêncio inerido. Desatinadas, deslizam em todas as direcções, Errantes... erradas... desvairadas, Oferecem um doce cenário de pura fantasia, Fluindo o alimento que mata a sede, Que acalma a prepotência de um olhar, Ao ritmo de uma profunda melancolia, Que inunda o coração de desilusão e desencanto, Rolando o pranto das suas almas encharcadas Pelo vazio que as envolve numa prisão habitual, Culminando…

Silhuetas nocturnas, que vagueiam, Trilhando caminhos enlameados Na escuridão da noite, num silêncio inerido. Desatinadas, deslizam em todas as direcções, Errantes... erradas... desvairadas, Oferecem um doce cenário de pura fantasia, Fluindo o alimento que mata a sede, Que acalma a prepotência de um olhar, Ao ritmo de uma profunda melancolia, Que inunda o coração de desilusão e desencanto, Rolando o pranto das suas almas encharcadas Pelo vazio que as envolve numa prisão habitual, Culminando…

What a big mouth you have...

Haverá animais, que pensam mais. antes de abrir a boca, do que certas pessoas. before open its own mouth, that some people.

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