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Aventuras Internas

Aventuras Internas

É de osso e espírito, o poeta. E ao desabrochar da Rosa, precederam as mãos na terra, Acariciando, moldando; nutrindo com lágima, sangue, sonho.  Deixa o poeta se alegrar com a frágil Flor... Deixa... Não é um iludido, e ainda que fosse, não o seria sem bom motivo.

É de osso e espírito, o poeta. E ao desabrochar da Rosa, precederam as mãos na terra, Acariciando, moldando; nutrindo com lágima, sangue, sonho. Deixa o poeta se alegrar com a frágil Flor... Deixa... Não é um iludido, e ainda que fosse, não o seria sem bom motivo.

Na rocha fumegante que se fez o peito, A bala, a espada, o soco, o sopro, Não penetram. Apenas a calmaria fará morada. É bem-vinda, respeitada. Como a palavra doce, oferecida sem contrato, Sem medo, sem destrato. O afago belo, discreto, distante.

Na rocha fumegante que se fez o peito, A bala, a espada, o soco, o sopro, Não penetram. Apenas a calmaria fará morada. É bem-vinda, respeitada. Como a palavra doce, oferecida sem contrato, Sem medo, sem destrato. O afago belo, discreto, distante.

Aventuras Internas: Vivo

Aventuras Internas: Vivo

Perdoe-me por não ver; também não fui visto, e perdoei. Destranco a alma: tudo pode adentrar. Tudo pode ferir e curar. Mas cada olhar encontrará essência distinta,  Apenas o Amor verá o que realmente ali habita.

Perdoe-me por não ver; também não fui visto, e perdoei. Destranco a alma: tudo pode adentrar. Tudo pode ferir e curar. Mas cada olhar encontrará essência distinta, Apenas o Amor verá o que realmente ali habita.

Aventuras Internas

Aventuras Internas

Então consola-se com as frágeis e passageiras belezas das horas. Dá as mãos ao silêncio, seu grande amigo e inimigo; E invoca memórias remotíssimas, de um tempo de perfumes e sabores, Enquanto adormece frágil nos braços negros da noite.

Então consola-se com as frágeis e passageiras belezas das horas. Dá as mãos ao silêncio, seu grande amigo e inimigo; E invoca memórias remotíssimas, de um tempo de perfumes e sabores, Enquanto adormece frágil nos braços negros da noite.

Adeus. Confie em apenas uma palavra, A única sã entre as loucas entorpecidas. Confie apenas nos silêncios. "Eu não posso mais."

Adeus. Confie em apenas uma palavra, A única sã entre as loucas entorpecidas. Confie apenas nos silêncios. "Eu não posso mais."

Estes olhos que nunca beijaram o oceano,  Nem beberam da voz da verdade infindável... Brilham; ainda que como pérola escondida tão longe, Tão fundo. Meu peito, pequeno demais, nunca abrigará o mar; Mas o Amor, eu sei, poderia abraçar oceanos inteiros.

Estes olhos que nunca beijaram o oceano, Nem beberam da voz da verdade infindável... Brilham; ainda que como pérola escondida tão longe, Tão fundo. Meu peito, pequeno demais, nunca abrigará o mar; Mas o Amor, eu sei, poderia abraçar oceanos inteiros.

Aventuras Internas: Ser como rosa

Aventuras Internas: Ser como rosa

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