Explora Delicadezas, Tela Rosto e outros!

Explorar tópicos relacionados

ROTINEIRO!  Amanheceu  rotineiro Como  sempre o fizera Mas não era! Tudo estava diferente Sente..  O frio que estava la fora Batia  forte no peito Se aconchegou de um jeito Entre gemidos sussurros Não encontrou  seu calor  Queria o seu amor!  Esse?  Estava la fora A branquear a memória Congelando seu pensar.  Entre gritos..Posse a chamar! Vem !   irei te agasalhar Não precisa perguntar Eu não quero que me ames Só me deixe te aquecer.  Sei que assim irás viver...

ROTINEIRO! Amanheceu rotineiro Como sempre o fizera Mas não era! Tudo estava diferente Sente.. O frio que estava la fora Batia forte no peito Se aconchegou de um jeito Entre gemidos sussurros Não encontrou seu calor Queria o seu amor! Esse? Estava la fora A branquear a memória Congelando seu pensar. Entre gritos..Posse a chamar! Vem ! irei te agasalhar Não precisa perguntar Eu não quero que me ames Só me deixe te aquecer. Sei que assim irás viver...

OUSAS!  Ousas insinuarte Com nuances  Toques..Mornos  Alisas de leve a pele Como a tatear sem sentido Buscando  sentir o tecido Da pele roçar o vestido  Mansamente  se insinua Sabe que a pele nua Vai salientar arrepios Como a gritar o frio Que no interior havia.  Ah!  Como sabes o que produz Galafrios..Fogo e Luz Na aceleração avançada Sente  as garras afiada Ferozmente a lhe gravar!  E o furor do olhar A invadir o seu ser Não deixa!  Não quer saber!

OUSAS! Ousas insinuarte Com nuances Toques..Mornos Alisas de leve a pele Como a tatear sem sentido Buscando sentir o tecido Da pele roçar o vestido Mansamente se insinua Sabe que a pele nua Vai salientar arrepios Como a gritar o frio Que no interior havia. Ah! Como sabes o que produz Galafrios..Fogo e Luz Na aceleração avançada Sente as garras afiada Ferozmente a lhe gravar! E o furor do olhar A invadir o seu ser Não deixa! Não quer saber!

Passo! E ao passar Eu notei Aquela figura esguia Tão séria! Tão arredia Estava Absorto  Pela dor Que agora  Sentia.  Pensei!  Vou  curar! Vou despertar! Vou disser Que sem amor Ninguém vive Que é necessário Amar!  Não devia!  Pois aquela Criatura Tão esguia Demonstrou  Força tamanha Não mostrava Que feria!  Aprendi. Que o sofrer Esta em nós Não no que se vê! Marilene Azevedo

Passo! E ao passar Eu notei Aquela figura esguia Tão séria! Tão arredia Estava Absorto Pela dor Que agora Sentia. Pensei! Vou curar! Vou despertar! Vou disser Que sem amor Ninguém vive Que é necessário Amar! Não devia! Pois aquela Criatura Tão esguia Demonstrou Força tamanha Não mostrava Que feria! Aprendi. Que o sofrer Esta em nós Não no que se vê! Marilene Azevedo

SÁBIOS E PREGADORES!  Pregações!  Ouço-as demais. Tantos certos! Tantos sábios! Que me perco em sermões.  Questionar conhecimentos Sem saber quem vós o sois É quase ignorância.  Sem saber  o que vem depois.  O tempo por mim passou E eu ainda nem sei quem sou Partirei dessa viagem  Sem saber para onde vou.  Os sábios que me perdoem Os pregadores também É que a minha coragem precisa ir mais além! Marilene Azevedo

SÁBIOS E PREGADORES! Pregações! Ouço-as demais. Tantos certos! Tantos sábios! Que me perco em sermões. Questionar conhecimentos Sem saber quem vós o sois É quase ignorância. Sem saber o que vem depois. O tempo por mim passou E eu ainda nem sei quem sou Partirei dessa viagem Sem saber para onde vou. Os sábios que me perdoem Os pregadores também É que a minha coragem precisa ir mais além! Marilene Azevedo

Marilene Azevedo INCERTA VIDA!  Ah !  Incerta vida sofrida Que fazes cavar feridas Na alma de todos nós!  Te culpo por ser algoz De tantas causas perdidas Se fui eu que procurei.  Achei que encontraria Um mundo de fantasia Sofri!  E me adptei!  Hoje vida te culpo Mas não tens culpa nenhuma O livre arbítrio foi meu Mas culpo para aliviar Dizendo que o erro é teu!  Ao ver-te assim Perto a mercê de mim Pergunto porque não quero Talvez para manter o elo De amar..Tão longe assim! Marilene…

Marilene Azevedo INCERTA VIDA! Ah ! Incerta vida sofrida Que fazes cavar feridas Na alma de todos nós! Te culpo por ser algoz De tantas causas perdidas Se fui eu que procurei. Achei que encontraria Um mundo de fantasia Sofri! E me adptei! Hoje vida te culpo Mas não tens culpa nenhuma O livre arbítrio foi meu Mas culpo para aliviar Dizendo que o erro é teu! Ao ver-te assim Perto a mercê de mim Pergunto porque não quero Talvez para manter o elo De amar..Tão longe assim! Marilene…

GOSTO DESSE GOSTAR!   Gosto deste chegar permanente Que chega ..A sorrir contente Trazendo augúrio e paz   Gosto desse gostar Tão gostoso Amigo e libidinoso Em horas tão desiguais.  Gosto e por gostar  Do teu jeito Encarcerei-te no peito Como uma jóia rara Valiosa e tão cara De preciosa..Oculta está!  És a magia dos sonhos És a ave de rapina Que vigia as esquinas E carregas a voar!  Gosto!  Desse respirar harmonioso Gosto desse teu cheiro gostoso Gosto!  Desse brotar de vida Que em mim

GOSTO DESSE GOSTAR! Gosto deste chegar permanente Que chega ..A sorrir contente Trazendo augúrio e paz Gosto desse gostar Tão gostoso Amigo e libidinoso Em horas tão desiguais. Gosto e por gostar Do teu jeito Encarcerei-te no peito Como uma jóia rara Valiosa e tão cara De preciosa..Oculta está! És a magia dos sonhos És a ave de rapina Que vigia as esquinas E carregas a voar! Gosto! Desse respirar harmonioso Gosto desse teu cheiro gostoso Gosto! Desse brotar de vida Que em mim

Folha! Bolha! Flutuando Navegando  Pelos ares Mares! Solta!  Voa Atoa Sem saber Onde ficar!  Repousa Bolha! Nesse verde No alpendre Em qualquer Que seja o lugar!  Folha..Bolha! Só as duas a brincar! Marilene Azevedo!

Folha! Bolha! Flutuando Navegando Pelos ares Mares! Solta! Voa Atoa Sem saber Onde ficar! Repousa Bolha! Nesse verde No alpendre Em qualquer Que seja o lugar! Folha..Bolha! Só as duas a brincar! Marilene Azevedo!

São caminhos! São espinhos! Caminhando Machucando Ouço gritos Que aflitos E não posso Fazer nada!  Estou na estrada!  Nem a mão  Posso estender!  Ah! Dê um sorriso! Seja amigo! Não precisa  Dizer nada Só me siga  Nessa estrada  Com alegria! Com carinho A caminhar! Marilene Azevedo

São caminhos! São espinhos! Caminhando Machucando Ouço gritos Que aflitos E não posso Fazer nada! Estou na estrada! Nem a mão Posso estender! Ah! Dê um sorriso! Seja amigo! Não precisa Dizer nada Só me siga Nessa estrada Com alegria! Com carinho A caminhar! Marilene Azevedo

PERDOA  TRISTEZA!   Perdoa! Mas a poesia para ser bela Tem que ser triste. Falarr das agruras da vida E porque o coração resiste.  Não quero fazer-te chorar nem mesmo se lamentar Sussurro palavras sem nexo Que  faço desses pobres versos Motivos para lembrar e sangrar.  Mas essa tristeza corrói E dói! Que o peito apertado  sufoca Em ansias grita! Abre a porta! me deixa ir para estrada vagar  necessito te encontrar. Nesse delirio insano Queimando  Tateando feito moribundo Pedindo

PERDOA TRISTEZA! Perdoa! Mas a poesia para ser bela Tem que ser triste. Falarr das agruras da vida E porque o coração resiste. Não quero fazer-te chorar nem mesmo se lamentar Sussurro palavras sem nexo Que faço desses pobres versos Motivos para lembrar e sangrar. Mas essa tristeza corrói E dói! Que o peito apertado sufoca Em ansias grita! Abre a porta! me deixa ir para estrada vagar necessito te encontrar. Nesse delirio insano Queimando Tateando feito moribundo Pedindo

Pinterest
Pesquisar