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A prisão de Pedrinhas, no Maranhão, não é a única a expor graves deficiências do…

A prisão de Pedrinhas, no Maranhão, não é a única a expor graves deficiências do…

O trabalho de Drauzio Varella como médico voluntário em penitenciárias começou em 1989, na extinta Casa de Detenção de São Paulo, o Carandiru. Os anos de clínica e as histórias dos presos, dos funcionários e da própria cadeia seriam retratados nos aclamados livros Estação Carandiru (1999) e Carcereiros (2014). Em 2017, Drauzio encerra sua trilogia literária sobre o sistema carcerário brasileiro com Prisioneiras. Alçando as mulheres encarceradas a protagonistas, o médico rememora os últimos…

O trabalho de Drauzio Varella como médico voluntário em penitenciárias começou em 1989, na extinta Casa de Detenção de São Paulo, o Carandiru. Os anos de clínica e as histórias dos presos, dos funcionários e da própria cadeia seriam retratados nos aclamados livros Estação Carandiru (1999) e Carcereiros (2014). Em 2017, Drauzio encerra sua trilogia literária sobre o sistema carcerário brasileiro com Prisioneiras. Alçando as mulheres encarceradas a protagonistas, o médico rememora os últimos…

Crime e Castigo no País dos Brandos Costumes, Pedro Almeida Vieira - WOOK

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Para entender a relação entre o crime organizado e a cultura do estupro, a Ponte Jornalismo entrevistou a socióloga Camila Nunes Dias, professora da UFABC (Universidade Federal do ABC), pesquisadora do Núcleo de Estudos da Violência da USP (NEV-USP), uma das principais estudiosas do crime organizado no Brasil, autora do livro PCC: hegemonia nas prisões e monopólio da violência (Saraiva, 2013).

Para entender a relação entre o crime organizado e a cultura do estupro, a Ponte Jornalismo entrevistou a socióloga Camila Nunes Dias, professora da UFABC (Universidade Federal do ABC), pesquisadora do Núcleo de Estudos da Violência da USP (NEV-USP), uma das principais estudiosas do crime organizado no Brasil, autora do livro PCC: hegemonia nas prisões e monopólio da violência (Saraiva, 2013).

Autora do livro “Presos que Menstruam”, Nana Queiroz se debruçou sobre a vida nas penitenciárias femininas no país (Divulgação / Arquivo pessoal).

"Homossexualidade temporária é comum nas cadeias femininas”, diz autora

Autora do livro “Presos que Menstruam”, Nana Queiroz se debruçou sobre a vida nas penitenciárias femininas no país (Divulgação / Arquivo pessoal).

ALEM DO CRIME E CASTIGO

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Descubra como é a vida das mulheres nas penitenciárias brasileiras

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HIGIENE NEGLIGENCIADA: Mulheres presas recebem o mesmo número de itens de higiene que homens, apesar de usarem o dobro do papel higiênico, por exemplo. A solução: usar jornal velho (Foto: Alex Silva)

Sorvegliare e punire, published by Giulio Einaudi, Italy, 2014.

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Notícias: Livros Download Grátis. Caps saúde mental

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Descubra como é a vida das mulheres nas penitenciárias brasileiras

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O sistema carcerário brasileiro trata as mulheres exatamente como trata os homens. A luta diária dessas mulheres é por higiene e dignidade. por Naná Queiroz no Revista Galileu Maria Aparecida lembrava

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