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Maria José Jaime, conhecida como Bizeh, fundou o Inesc em 1979, com o apoio de alguns amigos e amigas. A ideia surgiu logo depois que ela voltou do exílio e decidiu que iria continuar atuando na área político-social, no entanto fora de partidos políticos. Bizeh, depois de ver a precariedade que existia em termos de assessoria para deputados e senadores do campo popular dentro do Congresso Nacional, teve a iniciativa de criar uma entidade que prestasse esse tipo de assessoramento.

Maria José Jaime, conhecida como Bizeh, fundou o Inesc em 1979, com o apoio de alguns amigos e amigas. A ideia surgiu logo depois que ela voltou do exílio e decidiu que iria continuar atuando na área político-social, no entanto fora de partidos políticos. Bizeh, depois de ver a precariedade que existia em termos de assessoria para deputados e senadores do campo popular dentro do Congresso Nacional, teve a iniciativa de criar uma entidade que prestasse esse tipo de assessoramento.

Logo após assumir o cargo de presidente do Brasil, Michel Temer declarou em sua…

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“As avós sofreram violência, as mães passaram por isso, e cria-se uma ideia de que todas as que vierem também vão sofrer esse abuso. Isso tem que parar. Isso não é cultura, é um ciclo de violência”, enfatizou a promotora de Justiça do Ministério Público do Estado de Goiás, Úrsula Fernandes, durante palestra realizada na festa em louvor a Nossa Senhora da Abadia, na comunidade kalunga de Vão de Almas, em agosto.

“As avós sofreram violência, as mães passaram por isso, e cria-se uma ideia de que todas as que vierem também vão sofrer esse abuso. Isso tem que parar. Isso não é cultura, é um ciclo de violência”, enfatizou a promotora de Justiça do Ministério Público do Estado de Goiás, Úrsula Fernandes, durante palestra realizada na festa em louvor a Nossa Senhora da Abadia, na comunidade kalunga de Vão de Almas, em agosto.

Arte Popular Brasileira: Exposição em SP celebra a trajetória de J. Borges, o maior xilogravurista pernambucano - Follow the Colours

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Ninguém sabe ao certo quando tudo começou, mas os recorrentes casos de abuso sexual infantil se tornaram públicos em abril de 2015. A questão já era velha conhecida da comunidade de Cavalcante, mas o silêncio prevalecia e as vozes das vítimas eram abafadas pelo medo de retaliação e até mesmo pela naturalização da violência. Concretizou-se na cidade a ideia de que estupro de crianças e adolescentes kalungas era cultural, longe de ser considerado crime.

Ninguém sabe ao certo quando tudo começou, mas os recorrentes casos de abuso sexual infantil se tornaram públicos em abril de 2015. A questão já era velha conhecida da comunidade de Cavalcante, mas o silêncio prevalecia e as vozes das vítimas eram abafadas pelo medo de retaliação e até mesmo pela naturalização da violência. Concretizou-se na cidade a ideia de que estupro de crianças e adolescentes kalungas era cultural, longe de ser considerado crime.

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Ele pagará multa pelo uso dos serviços de funcionário público em seu comitê de campanha eleitoral de 2014 durante o horário normal de expediente

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O golpe de 1964 colheu o frade franciscano dando assistência religiosa aos moradores dos morros de Petrópolis (RJ). Lá chegara depois de uma trajetória iniciada no dia 14 de setembro de 1921, quando nasceu na colônia de Forquilhinha, região de Criciúma, em Santa Catarina. Teve 13 irmãos, quatro dos quais (três freiras e um padre) se dedicaram também à carreira religiosa —sendo Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança que morreu no terremoto do Haiti em 2010, a mais conhecida.

O golpe de 1964 colheu o frade franciscano dando assistência religiosa aos moradores dos morros de Petrópolis (RJ). Lá chegara depois de uma trajetória iniciada no dia 14 de setembro de 1921, quando nasceu na colônia de Forquilhinha, região de Criciúma, em Santa Catarina. Teve 13 irmãos, quatro dos quais (três freiras e um padre) se dedicaram também à carreira religiosa —sendo Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança que morreu no terremoto do Haiti em 2010, a mais conhecida.

“A população de rua precisa ser ouvida. Se a gente ouvir o que ela quer, resolve o problema dela”, recomenda Paulo César de Paula, morador de rua e militante de movimentos sociais. Desde maio, é isso o que Paulo tem feito: ouvir. Ao lado de outros nove pesquisadores, Paulo conversa com os habitantes das calçadas, vielas, praças, tendas, albergues, malocas, centros de acolhida e bueiros – todos os locais da cidade de São Paulo que servem como casa para os que não têm casa.

“A população de rua precisa ser ouvida. Se a gente ouvir o que ela quer, resolve o problema dela”, recomenda Paulo César de Paula, morador de rua e militante de movimentos sociais. Desde maio, é isso o que Paulo tem feito: ouvir. Ao lado de outros nove pesquisadores, Paulo conversa com os habitantes das calçadas, vielas, praças, tendas, albergues, malocas, centros de acolhida e bueiros – todos os locais da cidade de São Paulo que servem como casa para os que não têm casa.

24.03.2016 | Na manhã de ontem, a PF iniciou uma operação para desmontar um grupo que atua em Boa Vista e Alto Alegre na extração ilegal de madeira nobre da Floresta Nacional de Roraima e na TI Yanomami. Foi cumprido um mandando de prisão contra o cabeça do grupo, de 45 anos, cujo nome não foi revelado, e dois de busca e apreensão. Os mandados foram deferidos pela Justiça Federal em Roraima depois de pedido feito pelo delegado que preside o inquérito que investiga crimes ambientais.

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