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Augusto dos Anjos - 097 - O fim das coisas

Poesia - Sanderlei Silveira: Augusto dos Anjos - 095 - A nau

A Heitor de Lima Sôfrega, alçando o hirto esporão guerreiro, Zarpa. A íngreme cordoalha úmida fica... Lambe-lhe a quilha a es...

Poesia - Sanderlei Silveira: Augusto dos Anjos - 100 - A obsessão do sangue

Um medo de morrer meus pés esfriava. Noite alta. Ante o telúrico recorte, Na diuturna discórdia, a equórea coorte Atordoadoram...

Poesia - Sanderlei Silveira: Augusto dos Anjos - 098 - Viagem de um vencido

Eu e o esqueleto esquálido de Esquilo Viajávamos, com uma ânsia sibarita, Por toda a pró-dinâmica infinita, Na inconsciência de um z...

Poesia - Sanderlei Silveira: Augusto dos Anjos - 101 - Vox victimae

A queda do teu lírico arrabil De um sentimento português ignoto Lembra Lisboa, bela como um brinco, Que um dia no ano trágico de mil...

Poesia - Sanderlei Silveira: Augusto dos Anjos - 047 - Vencedor

A antítese do novo e do obsoleto, O Amor e a Paz, o Ódio e a Carnificina, O que o homem ama e o que o homem abomina. Tudo convém para...

Poesia - Sanderlei Silveira: Augusto dos Anjos - 013 - Budismo moderno

Tome, Doutor, esta tesoura, e... corte Minha singularíssima pessoa. Que importa a mim que a bicharia roa Todo o meu coração, depois ...

Poesia - Sanderlei Silveira: Augusto dos Anjos - 099 - A noite

No auge de atordoadora e ávida sanha Leu tudo, desde o mais prístino mito, Por exemplo: o do boi Ápis do Egito Ao velho Niebelungen...

Poesia - Sanderlei Silveira: Augusto dos Anjos - 004 - Psicologia de um vencido...

“Sou uma Sombra! Venho de outras eras, Do cosmopolitismo das moneras... Pólipo de recônditas reentrâncias, Larva de caos telúrico, p...

Poesia - Sanderlei Silveira: Augusto dos Anjos - 061 - Louvor à unidade

Esta desilusão que me acabrunha É mais traidora do que o foi Pilatos!... Por causa disto, eu vivo pelos matos, Magro, roendo a subst...

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