Explora Tempo Gosto, Sevilha Rodrigues e outros!

Meu corpo inteiro dói. As horas não passam.  Mastigo dentes, com gosto de raízes do tempo.  Gosto de terra crua. Chão batido.  Um vento uivante e um lobo me espreitam,  na esquina da rua.  A casa rescende ao cheiro de jasmim.  As pétalas reascendem seu aroma fantasmagórico,  mesmo mortas.  Não quero ir, não quero ficar.  O dia não passa. Arrasto correntes.Estico rugas.  Prendo um sorriso trôpego...    Meu corpo inteiro dói.  Puxo o relógio pelos cabelos.  Texto: Marisa Sevilha Rodrigues

Meu corpo inteiro dói. As horas não passam. Mastigo dentes, com gosto de raízes do tempo. Gosto de terra crua. Chão batido. Um vento uivante e um lobo me espreitam, na esquina da rua. A casa rescende ao cheiro de jasmim. As pétalas reascendem seu aroma fantasmagórico, mesmo mortas. Não quero ir, não quero ficar. O dia não passa. Arrasto correntes.Estico rugas. Prendo um sorriso trôpego... Meu corpo inteiro dói. Puxo o relógio pelos cabelos. Texto: Marisa Sevilha Rodrigues

Adoro a estranheza!  O não saber estar bem ou mal.  Estável estado de apatia,   que me faz parar no tempo,  num pensar vazio.  Um estado de escudo protetor,   deixando não atingir-me por influencias aleatórias alheias.   Uma forma de calma que me transfere para um nada.  Sublime paz...    Texto: Jota Rezende  Imagem: Christophe Gilbert

Adoro a estranheza! O não saber estar bem ou mal. Estável estado de apatia, que me faz parar no tempo, num pensar vazio. Um estado de escudo protetor, deixando não atingir-me por influencias aleatórias alheias. Uma forma de calma que me transfere para um nada. Sublime paz... Texto: Jota Rezende Imagem: Christophe Gilbert

Andando por aí vejo essas pessoas  Pessoas estranhas, olhares baixos  Sorrisos tortos, impaciência...    Meio tonta insegura e sem graça  Olho prá baixo...  De repente não vejo nada  além dos meus próprios pés...    Não sinto nada...  A indiferença é tanta.  Falta de sentimento, falta de gostar, de querer.  Falta...    É sol, é chuva... Dia nublado  Todos passam sem ser vistos..    Texto: Ana Luíza Araújo (18 anos)  Imagem: By STMTS in Athens, Greece. FOTO: Helen RaubenÂ

Andando por aí vejo essas pessoas Pessoas estranhas, olhares baixos Sorrisos tortos, impaciência... Meio tonta insegura e sem graça Olho prá baixo... De repente não vejo nada além dos meus próprios pés... Não sinto nada... A indiferença é tanta. Falta de sentimento, falta de gostar, de querer. Falta... É sol, é chuva... Dia nublado Todos passam sem ser vistos.. Texto: Ana Luíza Araújo (18 anos) Imagem: By STMTS in Athens, Greece. FOTO: Helen RaubenÂ

O inverno é o outro.  Esta tarde setentrional de janeiro  me traz a melancolia dos invernos  de São Vicente,  as palmeiras da dona Dileta,  insinuadas através da janela da sala  para dentro dos meus olhos   vazios de pensamento ou dor,   a cabeça recostada no braço  do sofá de couro marrom-  capitoné -  da sala de visitas,  que não estão ali,  serenidade melancólica  ou meditação ingênua,  adolescência na  avenida Presidente Wilson, 294...    Texto: Caio Leonardo  Imagem: Charles Williams

O inverno é o outro. Esta tarde setentrional de janeiro me traz a melancolia dos invernos de São Vicente, as palmeiras da dona Dileta, insinuadas através da janela da sala para dentro dos meus olhos vazios de pensamento ou dor, a cabeça recostada no braço do sofá de couro marrom- capitoné - da sala de visitas, que não estão ali, serenidade melancólica ou meditação ingênua, adolescência na avenida Presidente Wilson, 294... Texto: Caio Leonardo Imagem: Charles Williams

Trago a chave do baú  pendurada ao pescoço.   Várias vezes ao dia, costumo visitá-lo,  às escondidas de mim.  Me olho no espelho.  Experimento um colar, sobre o meu colo nú.  Visto um vestido antigo  e danço sozinha uma melodia que só eu ouço.  Só eu consigo fechar os olhos e sentir os acordes,   de cada instrumento.  A música é fria como lâmina  e corta o meu coração em duas metades.  Metade eu. Metade você.  Danço. Danço. Danço.  Mas não te encontro mais  ..  Texto; marisa Sevilha…

Trago a chave do baú pendurada ao pescoço. Várias vezes ao dia, costumo visitá-lo, às escondidas de mim. Me olho no espelho. Experimento um colar, sobre o meu colo nú. Visto um vestido antigo e danço sozinha uma melodia que só eu ouço. Só eu consigo fechar os olhos e sentir os acordes, de cada instrumento. A música é fria como lâmina e corta o meu coração em duas metades. Metade eu. Metade você. Danço. Danço. Danço. Mas não te encontro mais .. Texto; marisa Sevilha…

Esotérico     Aquele um que eu não buscava  Veio a mim em palavras, gestos e olhares  Veio também sem saber o que acharia,    Aquele um que não busquei.  E sem buscar, nem saber,  encontrei, sensações e sentimentos  Nele me encontrei  e se encontra em mim  Foi aquele único  que chegou  trazendo Sentido  Texto: Otávio Venturoli

Esotérico Aquele um que eu não buscava Veio a mim em palavras, gestos e olhares Veio também sem saber o que acharia, Aquele um que não busquei. E sem buscar, nem saber, encontrei, sensações e sentimentos Nele me encontrei e se encontra em mim Foi aquele único que chegou trazendo Sentido Texto: Otávio Venturoli

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