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O sol dos maus e a chuva dos injustos No diálogo em que Jesus trata de uma das condições imprescindíveis para nos tornarmos filhos de Deus, o verbo é esse mesmo, tornar, ele cita dois fenômenos naturais sobre os quais as opiniões podem divergir drasticamente, dependendo da época ou do local. Se analisássemos a ambos tendo em vista apenas as condições climáticas da Palestina veríamos que a chuva por lá é muito bem vinda em qualquer tempo, por sua vez o sol, nem tanto.

O sol dos maus e a chuva dos injustos No diálogo em que Jesus trata de uma das condições imprescindíveis para nos tornarmos filhos de Deus, o verbo é esse mesmo, tornar, ele cita dois fenômenos naturais sobre os quais as opiniões podem divergir drasticamente, dependendo da época ou do local. Se analisássemos a ambos tendo em vista apenas as condições climáticas da Palestina veríamos que a chuva por lá é muito bem vinda em qualquer tempo, por sua vez o sol, nem tanto.

Para isto existem os desertos: para serem atravessados O Vento levou Jesus para o deserto. Coisa estranha que só os místicos compreendem… ou quase. Por quarenta dias, Jesus tenta ser um discípulo de João, mas em lugar de clamar e gritar, preferiu ouvir o deserto. Foram dias de escuta nos quais o número humano, demasiado humano (40), repercutia sua densidade: dilúvio, escravidão, libertação, peregrinação, conversão, arrependimento…

Para isto existem os desertos: para serem atravessados O Vento levou Jesus para o deserto. Coisa estranha que só os místicos compreendem… ou quase. Por quarenta dias, Jesus tenta ser um discípulo de João, mas em lugar de clamar e gritar, preferiu ouvir o deserto. Foram dias de escuta nos quais o número humano, demasiado humano (40), repercutia sua densidade: dilúvio, escravidão, libertação, peregrinação, conversão, arrependimento…

O livro do Acopralipi I  Não faz muito tempo circulou no Youtube o vídeo do pastor da “briba”. Uma engraçada demonstração de como não se deve pregar o evangelho. Na sua pouca cultura bíblica, dentre outras batatadas, o pregador do vídeo se refere ao livro do Apocalipse chamando-o de acopralipi.

O livro do Acopralipi I Não faz muito tempo circulou no Youtube o vídeo do pastor da “briba”. Uma engraçada demonstração de como não se deve pregar o evangelho. Na sua pouca cultura bíblica, dentre outras batatadas, o pregador do vídeo se refere ao livro do Apocalipse chamando-o de acopralipi.

O novo Arão e seus bezerros de ouro II Em uma narrativa de incrível modernidade o livro do Êxodo expõe de forma clara e objetiva a realidade das nossas igrejas em seus minuciosos detalhes. O episódio do bezerro de ouro construído pelos hebreus no deserto no início da peregrinação rumo à terra prometida é um poderoso alerta contra as práticas e costumes com que a nova geração de evangélicos tem desenvolvido nos seus cultos ao Deus todo poderoso.

O novo Arão e seus bezerros de ouro II Em uma narrativa de incrível modernidade o livro do Êxodo expõe de forma clara e objetiva a realidade das nossas igrejas em seus minuciosos detalhes. O episódio do bezerro de ouro construído pelos hebreus no deserto no início da peregrinação rumo à terra prometida é um poderoso alerta contra as práticas e costumes com que a nova geração de evangélicos tem desenvolvido nos seus cultos ao Deus todo poderoso.

O que é AJOELHAR? Dobrar o joelho perante alguém é expressar simbolicamente que se não é igual a ele, confessar sua inferioridade, assinalar sua submissão. Assim, à passagem de Amã, devem todos dobrar o joelho e se prostrar (Et 3,2). Esse gesto pode-se matizar de um colorido religioso, por exemplo, dobrar o joelho diante de Elias, homem de Deus (II Rs 1.13).

O que é AJOELHAR? Dobrar o joelho perante alguém é expressar simbolicamente que se não é igual a ele, confessar sua inferioridade, assinalar sua submissão. Assim, à passagem de Amã, devem todos dobrar o joelho e se prostrar (Et 3,2). Esse gesto pode-se matizar de um colorido religioso, por exemplo, dobrar o joelho diante de Elias, homem de Deus (II Rs 1.13).

O vazio das Facebênçãos  Não foi por ou duas vezes que eu vi no Facebook postagens que propagam bênçãos coletivas. Não quero questionar a intenção de quem as posta, contudo, sou obrigado a fazer uma associação que parece ser bastante lógica: Se, a princípio, coisas do tipo: Que Deus abençoe esta pessoa linda que esta lendo essa mensagem, realmente funcionassem, teríamos que acreditar e temer muito também as maldições,

O vazio das Facebênçãos Não foi por ou duas vezes que eu vi no Facebook postagens que propagam bênçãos coletivas. Não quero questionar a intenção de quem as posta, contudo, sou obrigado a fazer uma associação que parece ser bastante lógica: Se, a princípio, coisas do tipo: Que Deus abençoe esta pessoa linda que esta lendo essa mensagem, realmente funcionassem, teríamos que acreditar e temer muito também as maldições,

Os novos pais heróis Muito embora nunca tivesse apelo semelhante ao do Dia das Mães, o Dia dos Pais deste ano está sendo destacado pelas fraquíssimas vendas de presentes no comércio varejista. Logicamente que não faltam motivos políticos e financeiros para justificar essa queda nas vendas, mas no que diz respeito à celebração da data nas igrejas cristãs, os motivos da depreciação da figura paterna, e, consequentemente, o descaso da comemoração provém de razões bem diferentes.

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Em busca do preço justo: perspectivas econômico-teológicas sobre salários e precificações¹

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Duas palavras bastam I  Jesus disse que ninguém tem um amor maior do que aquele que dá a sua vida por um amigo. No mundo de hoje estamos vendo centenas de milhares de jovens dando a sua vida às drogas, à prostituição e aos delitos mais hediondos. Que fazemos como cristãos diante desse quadro?

Duas palavras bastam I Jesus disse que ninguém tem um amor maior do que aquele que dá a sua vida por um amigo. No mundo de hoje estamos vendo centenas de milhares de jovens dando a sua vida às drogas, à prostituição e aos delitos mais hediondos. Que fazemos como cristãos diante desse quadro?

Todas as narrativas de ressurreições na Bíblia têm pelo menos dois elementos comuns: compaixão e solidariedade. Quando encontra a viúva de Naim que perdera o filho Jesus se move de íntima compaixão e diz para ela: não chore. Ao passo que quando recebe a notícia da morte de seu amigo Lázaro é o próprio Jesus quem chora. Essa é a verdadeira compaixão, a paixão de que sofre junto. Mas é na solidariedade que as narrativas encontram o seu senso comum. Uma cidade inconformada pela morte de Dorcas…

Todas as narrativas de ressurreições na Bíblia têm pelo menos dois elementos comuns: compaixão e solidariedade. Quando encontra a viúva de Naim que perdera o filho Jesus se move de íntima compaixão e diz para ela: não chore. Ao passo que quando recebe a notícia da morte de seu amigo Lázaro é o próprio Jesus quem chora. Essa é a verdadeira compaixão, a paixão de que sofre junto. Mas é na solidariedade que as narrativas encontram o seu senso comum. Uma cidade inconformada pela morte de Dorcas…

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