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Collection by Gil Abreu • Last updated 3 weeks ago

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Gil Abreu
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Não fosse o medo das alturas e Lisboa (quase) podia ter sido assim | Arquitectura | PÚBLICO

Não fosse o medo das alturas e Lisboa (quase) podia ter sido assim

A construção em altura é refém de uma “visão conservadora e preconceituosa sobre a cidade”? As montagens da exposição <i>Lisbon Vertigo</i> são uma provocação. Porque Pedro Campos Costa não aceita “que as cidades sejam tratadas como museus”.

Haussmanhattan

Haussmanhattan: Photo

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Não fosse o medo das alturas e Lisboa (quase) podia ter sido assim | Arquitectura | PÚBLICO

Não fosse o medo das alturas e Lisboa (quase) podia ter sido assim

A construção em altura é refém de uma “visão conservadora e preconceituosa sobre a cidade”? As montagens da exposição <i>Lisbon Vertigo</i> são uma provocação. Porque Pedro Campos Costa não aceita “que as cidades sejam tratadas como museus”.

Não fosse o medo das alturas e Lisboa (quase) podia ter sido assim | Arquitectura | PÚBLICO

Não fosse o medo das alturas e Lisboa (quase) podia ter sido assim

A construção em altura é refém de uma “visão conservadora e preconceituosa sobre a cidade”? As montagens da exposição <i>Lisbon Vertigo</i> são uma provocação. Porque Pedro Campos Costa não aceita “que as cidades sejam tratadas como museus”.

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Não fosse o medo das alturas e Lisboa (quase) podia ter sido assim | Arquitectura | PÚBLICO

Não fosse o medo das alturas e Lisboa (quase) podia ter sido assim

A construção em altura é refém de uma “visão conservadora e preconceituosa sobre a cidade”? As montagens da exposição <i>Lisbon Vertigo</i> são uma provocação. Porque Pedro Campos Costa não aceita “que as cidades sejam tratadas como museus”.

Não fosse o medo das alturas e Lisboa (quase) podia ter sido assim | Arquitectura | PÚBLICO

Não fosse o medo das alturas e Lisboa (quase) podia ter sido assim

A construção em altura é refém de uma “visão conservadora e preconceituosa sobre a cidade”? As montagens da exposição <i>Lisbon Vertigo</i> são uma provocação. Porque Pedro Campos Costa não aceita “que as cidades sejam tratadas como museus”.

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Não fosse o medo das alturas e Lisboa (quase) podia ter sido assim | Arquitectura | PÚBLICO

Não fosse o medo das alturas e Lisboa (quase) podia ter sido assim

A construção em altura é refém de uma “visão conservadora e preconceituosa sobre a cidade”? As montagens da exposição <i>Lisbon Vertigo</i> são uma provocação. Porque Pedro Campos Costa não aceita “que as cidades sejam tratadas como museus”.

Não fosse o medo das alturas e Lisboa (quase) podia ter sido assim | Arquitectura | PÚBLICO

Não fosse o medo das alturas e Lisboa (quase) podia ter sido assim

A construção em altura é refém de uma “visão conservadora e preconceituosa sobre a cidade”? As montagens da exposição <i>Lisbon Vertigo</i> são uma provocação. Porque Pedro Campos Costa não aceita “que as cidades sejam tratadas como museus”.

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Não fosse o medo das alturas e Lisboa (quase) podia ter sido assim | Arquitectura | PÚBLICO

Não fosse o medo das alturas e Lisboa (quase) podia ter sido assim

A construção em altura é refém de uma “visão conservadora e preconceituosa sobre a cidade”? As montagens da exposição <i>Lisbon Vertigo</i> são uma provocação. Porque Pedro Campos Costa não aceita “que as cidades sejam tratadas como museus”.

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Não fosse o medo das alturas e Lisboa (quase) podia ter sido assim

A construção em altura é refém de uma “visão conservadora e preconceituosa sobre a cidade”? As montagens da exposição <i>Lisbon Vertigo</i> são uma provocação. Porque Pedro Campos Costa não aceita “que as cidades sejam tratadas como museus”.

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Não fosse o medo das alturas e Lisboa (quase) podia ter sido assim

A construção em altura é refém de uma “visão conservadora e preconceituosa sobre a cidade”? As montagens da exposição <i>Lisbon Vertigo</i> são uma provocação. Porque Pedro Campos Costa não aceita “que as cidades sejam tratadas como museus”.

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A construção em altura é refém de uma “visão conservadora e preconceituosa sobre a cidade”? As montagens da exposição <i>Lisbon Vertigo</i> são uma provocação. Porque Pedro Campos Costa não aceita “que as cidades sejam tratadas como museus”.

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Não fosse o medo das alturas e Lisboa (quase) podia ter sido assim

A construção em altura é refém de uma “visão conservadora e preconceituosa sobre a cidade”? As montagens da exposição <i>Lisbon Vertigo</i> são uma provocação. Porque Pedro Campos Costa não aceita “que as cidades sejam tratadas como museus”.

Não fosse o medo das alturas e Lisboa (quase) podia ter sido assim | Arquitectura | PÚBLICO

Não fosse o medo das alturas e Lisboa (quase) podia ter sido assim

A construção em altura é refém de uma “visão conservadora e preconceituosa sobre a cidade”? As montagens da exposição <i>Lisbon Vertigo</i> são uma provocação. Porque Pedro Campos Costa não aceita “que as cidades sejam tratadas como museus”.

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