Elias Riskalla Boiko

Elias Riskalla Boiko

Elias Riskalla Boiko
Mais ideias provenientes do(a) Elias

8 Dias em Marrocos – Tour Cidades Imperiais

8 Dias em Marrocos – Tour Cidades Imperiais

Uma pequena subversão da tradição colonial aparece nas grandes esquadrias, escolhidas para integrar a sala de estar à paisagem. Elas começam rente ao chão e vão até 2,50 m de altura. “Queria que as pessoas, mesmo sentadas no sofá, enxergassem o jardim”, diz o arquiteto Alberto Lahós, autor do projeto com Marco do Carmo. Em nome da segurança, as janelas trazem caixilhos de ferro quadriculados, que funcionam como grades – superdiscretos, imitam madeira pintada. No piso, assoalho de cumaru com…

Viagem ao passado: esta casa no interior de São Paulo exibe uma mistura particular de elementos coloniais brasileiros e portugueses -- tudo recriado com o conforto e a praticidade de materiais modernos.

No quarto, o forro de gesso imita madeira posta como saia-e-blusa. “Não deforma nem dá cupim”, diz o arquiteto Marco do Carmo, sócio de Alberto Lahós. A pintura de tons branco e branco-gelo acentua a diferença de profundidade entre as partes. A decoração também segue o estilo colonial, mas um moderno ar-condicionado proporciona refresco nos dias mais quentes.

Viagem ao passado: esta casa no interior de São Paulo exibe uma mistura particular de elementos coloniais brasileiros e portugueses -- tudo recriado com o conforto e a praticidade de materiais modernos.

Do Brasil de outrora, o projeto herdou os beirais longos que protegem as paredes da ação das chuvas, o desenho proporcional da fachada (com o bloco mais alto no centro) e os balaústres rendilhados adornando as escadarias (próxima foto). O legado português se fez notar nas pilastras brancas, na moldura das janelas e nas cornijas (arremates dos beirais). “A proprietária queria usar cor-de-rosa na pintura externa e pensamos em caiar a fachada”, diz o arquiteto Alberto Lahós, sócio de Marco do…

Viagem ao passado: esta casa no interior de São Paulo exibe uma mistura particular de elementos coloniais brasileiros e portugueses -- tudo recriado com o conforto e a praticidade de materiais modernos.

A estrutura metálica permitiu a montagem rápida, em cerca de dois meses. Mantida aparente, levou uma demão de zarcão e, depois, pintura esmalte em tom de ferro oxidado. De resto, a construção emprega esquadrias de madeira, portas venezianas e cobertura tradicional de telhas de barro.

A estrutura metálica permitiu a montagem rápida, em cerca de dois meses.De resto, a construção emprega esquadrias de madeira, portas venezianas e cobertura tradicional de telhas de barro. Projeto de Beto Figueiredo e Luiz Eduardo Almeida.

Quando as esquadrias se recolhem, a casa fica completamente aberta, parecendo um grande mirante à beira do rio.

Em meio a natureza a casa moderna de madeira tem telhado colonial e mostra integração total com o ambiente. A valorização de portas que podem ser abertas totalmente aumenta a proximidade e permite uma visão linda do campo.