Não te amo, quero-te: o amor vem da alma. E eu na alma – tenho a calma, A calma – do jazigo. Ai! Não te amo, não. Não te amo, quero-te: o amor é vida. E a vida – nem sentida A trago eu já, comigo. Ai, não te amo, não! Ai! Não te amo, não; e só te quero De um querer bruto e fero Que o sangue me devora, Não chega ao coração.  Folhas Caídas, 1853 (excerto) Almeida Garrett - o romântico.

Não te amo, quero-te: o amor vem da alma. E eu na alma – tenho a calma, A calma – do jazigo. Ai! Não te amo, não. Não te amo, quero-te: o amor é vida. E a vida – nem sentida A trago eu já, comigo. Ai, não te amo, não! Ai! Não te amo, não; e só te quero De um querer bruto e fero Que o sangue me devora, Não chega ao coração. Folhas Caídas, 1853 (excerto) Almeida Garrett - o romântico.

Dia mundial do beijo www.casanaaldeia.com

Tchutchutchu...vermelho são seus beijos

A caminho de Alcarias, Alentejo. Portugal.

A caminho de Alcarias, Alentejo. Portugal.

Sentir é criar. Sentir é pensar sem ideias, e por isso sentir é compreender, visto que o Universo não tem ideias. Fernando Pessoa Jef Aérosol - Lisbon, August 2007 - Fernando Pessoa by Jef Aerosol, via Flickr

Street art, portuguese poet "Fernando Pessoa " Alfama, Lisboa, Portugal via SlingPic.

E depois dos figos, um poema da Florbela Espanca:  "Olhe que a única maneira de na vida ser feliz, principalmente os seres como você, de uma grande sensibilidade, de uma extraordinária imaginação, a única maneira é construir-se um lar bem doce, bem cheio de luz onde, longe do mundo, se possa amar, se possa trabalhar, se possa viver." Correspondência (1920)  Foto de  Rudolf Bonvie  Dialog , 1973

E depois dos figos, um poema da Florbela Espanca: "Olhe que a única maneira de na vida ser feliz, principalmente os seres como você, de uma grande sensibilidade, de uma extraordinária imaginação, a única maneira é construir-se um lar bem doce, bem cheio de luz onde, longe do mundo, se possa amar, se possa trabalhar, se possa viver." Correspondência (1920) Foto de Rudolf Bonvie Dialog , 1973

Poesia popular alentejana www.casanaaldeia.com

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Às vezes ouço passar o vento e só de ouvir o vento passar vale a pena ter nascido. Fernando Pessoa.

Não basta abrir a janela Para ver os campos e o rio. Não é bastante não ser cego Para ver as árvores e as flore É preciso també...


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